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#SocialMedia: for the people | para o povo

Chris Pinchen shows Copons 2.0 | Chris Pincher mostra Copons 2.0
Chris Pinchen shows Copons 2.0 | Chris Pincher mostra Copons 2.0

Yesterday we had Chris Pinchen for a small conversation about how social media is perceived and used in different countries. Living in Catalunya for 16 years now he has a privileged viewpoint, since the social media habits are different there.

One example he gave was the Copons 2.0 project, which is, simply put, a small village engaged with the local administration via social media. The people of Copons use Facebook not only to connect beyond everyday life with each other, but also with people from other vilages around. They also follow the meetings of the village council live online, and participate in the debate.

According to Ricard Espelt, the project manager, “the idea is that the user or citizen participates in the management of the administration, and  the politicians, us in this case, are  obliged to be accountable for the decisions we take and, in this way, the citizen has very direct contact with us, and we have to give answers about the decisions we take.”

Is this really power to the people? Have your say in the comments.

Ontem estivemos com o Chris Pinchen para uma curta conversa sobre como os media sociais são vistos e usados em países diferentes. A viver na Catalunha há 16 anos, ele tem uma perspectiva privilegiada, já que os hábitos lá são diferentes.

Um exemplo que ele deu foi o projecto Copons 2.0, que, basicamente, é uma aldeia ligada à administração local através dos media sociais. O povo de Copons não só usam o Facebook para se ligarem uns aos outros para além do dia-a-dia, mas também com pessoas dos arredores. Eles também seguem as reuniões da junta de freguesia ao vivo online, e participam no debate.

Segundo Ricard Espelt, o criador do projecto, “a ideia é fazer com que o utilizador ou o cidadão participe na gestão da administração, e os políticos, nós neste caso, são obrigados a prestar contas pelas decisões que tomamos, e desta forma, o cidadão tem um contacto muito directo connosco, e temos que dar respostas pelas decisões que tomamos.”

Isto será realmente o poder para o povo? Dêem as vossas opiniões nos comentários.

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