Category Archives: Networks , Redes

1º Upload 2.0 meeting – 14 de Novembro,Lisboa

image
O Upload vai ser realizado no Auditório do ISLA

Aviso aos interessados, o Upload 2.0, já tem data e local marcados: 14 de Novembro, no Auditório do ISLA, que também é um dos parceiros deste evento. A discussão vai andar à volta do Marketing e Comunicação na Era digital e os convidados são dos bons: Ricardo Teixeira (Webdote), Armando Alves (Fullsix), Rodrigo Moita de Deus (Next Power), Filipe Carrera (ASTD), Luís Rasquilha (AYR), Fernando Batista (LEWIS PR) e Daniel Caeiro (Torke 2.0), todos eles estrategas em contexto digital da Comunicação e Marketing. Na área de Comunicação e Jornalismo o evento conta com a presença dos jornalistas Vasco Trigo, e Paulo Querido, bem como do blogger Sérgio Bastos (Webismo). Os moderadores das discussões são Rodrigo Saraiva (LPM), João Morais (Docente da ESEC) e Domingos Pereira (Worklovers).

As inscrições estão abertas e até nem são caras, por isso aproveitem.

O press release:


Lisboa Acolhe Primeiro Upload 2.0 meeting

Upload 2.0 meeting é um evento que debate as novas tendências Web e o seu impacto nas actuais estratégias de Marketing e Comunicação

Lisboa, 12 de Outubro de 2009 – O Upload 2.0 meeting, evento dirigido a todos os profissionais da área de comunicação e marketing, decorrerá no dia 14 de Novembro, em Lisboa.

Este evento parte da concepção da crescente (re)evolução digital que impera na actual sociedade de comunicação, e leva os utilizadores de internet para uma constante partilha de informação, de forma mais liberalizada e democrática. Actualmente os internautas têm um papel cada vez mais activo na produção e dinamização de conteúdos, e são agentes directos da sua própria consciência comunicacional. Esta nova realidade tem permitido a criação de uma web mais dinâmica, interactiva e social.

É enquadrado neste conjunto de mudanças que surge este meeting, no qual se torna fundamental reunir diversos especialistas 2.0 para debater e partilharem as suas experiências e opiniões.

Segundo Virgínia Coutinho, organizadora e porta-voz do Upload 2.0 meeting, “era crucial realizar um evento onde pudéssemos compilar os diferentes pontos de vista e estudos, para tornar o conhecimento acerca da relação do Marketing e da Comunicação com a web 2.0, mais coeso e fundamentado.”

A organização do evento está a cargo de um grupo de jovens empreendedores da área do Marketing, Relações Públicas e Comunicação – Virgínia Coutinho, Vanessa Quitério, Bruno Amaral e Bruno Ribeiro – que têm interesse em juntar pensadores e investigadores das áreas da comunicação, de maneira a avaliar e ponderar as constantes mudanças que acompanham a actual realidade web.

“A web 2.0 é marcada pela constante mudança, em que o que hoje é actual amanhã poderá já não o ser. Assim, torna-se fundamental a manutenção e aperfeiçoamento contínuo dos conhecimentos e técnicas, por parte dos profissionais e interessados na área. O Upload foi a forma que encontramos de fazer face a estas necessidades”, refere a organizadora.

O Upload 2.0 meeting conta com um painel de oradores de renome no mercado nacional, estando confirmadas as presenças de Ricardo Teixeira (Webdote), Armando Alves (Fullsix), Rodrigo Moita de Deus (Next Power), Filipe Carrera (ASTD), Luís Rasquilha (AYR), Fernando Batista (LEWIS PR) e Daniel Caeiro (Torke 2.0), todos eles estrategas em contexto digital da Comunicação e Marketing. Na área de Comunicação e Jornalismo o evento conta com a presença dos jornalistas Vasco Trigo, e Paulo Querido, bem como do blogger Sérgio Bastos (Webismo). Os moderadores das discussões são Rodrigo Saraiva (LPM), João Morais (Docente da ESEC) e Domingos Pereira (Worklovers).

As inscrições estarão abertas a partir de 12 de Outubro e o preço para o público geral é  de 28€ e 20€ para estudantes.

Este evento conta com as parcerias da Seegno e LEWIS PR, e com o apoio da Webdote, Fullsix, Edigma.com, Torke 2.0, Lua de papel, Vila Galé, Aveleda e AYR.

Para mais informações visite o site: http://www.uploadlisboa.com

Twitter: http://twitter.com/uploadlisboa.

Facebook: http://alturl.com/9x3f

#SocialMedia: for the people | para o povo

Chris Pinchen shows Copons 2.0 | Chris Pincher mostra Copons 2.0
Chris Pinchen shows Copons 2.0 | Chris Pincher mostra Copons 2.0

Yesterday we had Chris Pinchen for a small conversation about how social media is perceived and used in different countries. Living in Catalunya for 16 years now he has a privileged viewpoint, since the social media habits are different there.

One example he gave was the Copons 2.0 project, which is, simply put, a small village engaged with the local administration via social media. The people of Copons use Facebook not only to connect beyond everyday life with each other, but also with people from other vilages around. They also follow the meetings of the village council live online, and participate in the debate.

According to Ricard Espelt, the project manager, “the idea is that the user or citizen participates in the management of the administration, and  the politicians, us in this case, are  obliged to be accountable for the decisions we take and, in this way, the citizen has very direct contact with us, and we have to give answers about the decisions we take.”

Is this really power to the people? Have your say in the comments.

Ontem estivemos com o Chris Pinchen para uma curta conversa sobre como os media sociais são vistos e usados em países diferentes. A viver na Catalunha há 16 anos, ele tem uma perspectiva privilegiada, já que os hábitos lá são diferentes.

Um exemplo que ele deu foi o projecto Copons 2.0, que, basicamente, é uma aldeia ligada à administração local através dos media sociais. O povo de Copons não só usam o Facebook para se ligarem uns aos outros para além do dia-a-dia, mas também com pessoas dos arredores. Eles também seguem as reuniões da junta de freguesia ao vivo online, e participam no debate.

Segundo Ricard Espelt, o criador do projecto, “a ideia é fazer com que o utilizador ou o cidadão participe na gestão da administração, e os políticos, nós neste caso, são obrigados a prestar contas pelas decisões que tomamos, e desta forma, o cidadão tem um contacto muito directo connosco, e temos que dar respostas pelas decisões que tomamos.”

Isto será realmente o poder para o povo? Dêem as vossas opiniões nos comentários.

%CODE1%

Communities and News Companies | Comunidades e Empresas de Comunicação

One of the most discussed topics regarding news companies strategies is how to engage with communities. Communities are  today have always been the source and destination of news content, but only now they can  consistently interact with news websites or provide newsworthy content through their  own platforms. The question is how to turn that into news companies and audiences favour.

Kate Day, community editor at The Telegraph, paid us a visit to our Online Journalism class last week, and she explained to us what is her job all about and how it works for them (more videos). Incidentally, JD Lasica published his slideshows about how journalists can use social media to build community. They’re both worth having a a look.

Um dos assuntos mais discutidos na estratégia das empresas de comunicação é  sua relação com as comunidades. As comunidades são hoje foram sempre a fonte e o destino das notícias, mas só agora é que consgeguem interagir consistentemente com os sites informativos ou fornecer conteúdos noticiosos através das suas próprias plataformas. A questão é como virar isso a favor das empresas de comunicação e do público.

Kate Day, editora de comunidades do The Telegraph, fez-nos uma visita à nossa aula de Jornalismo Online a semana passada, e explicou-nos em que consiste o seu trabalho, e como funciona para eles (mais videos). Por acaso, JD Lasica publicou um slideshow sobre como os jornalistas podem usar os social media para construir uma comunidade. Vale a pena dar uma vista de olhos aos dois.

Poll: Generations and online media | Sondagem: Gerações e media online

http://mediageneration.files.wordpress.com/2009/05/logo-media-gen.jpg

How different is the relationship with online media for each generation? Are really younger people more active consumers of digital news or are they being surpassed by their parents?

Paula Cordeiro, author of the NetFM blog, is doing a poll on how different generations engage with online media. The results will be presented at the “Media+Generations” conference in Milan, this September 11th and 12th.

I asked Paula what was her percepetion of this reality, even before having the poll results: “Quite clear, and corresponding to the majority of the current news: young people using more than older people, though its growing. Teenagers in social networks, young adults in social networks with professional objectives or match making, on Twitter for the updating and the hype. The teenagers don’t consume news traditionally, but young adults use online media more. Older people use essentially email and the Internet for researches.

But this trend is not, in Paula’s words “an absolute reality“. In her experience as a teacher there are students with various degrees of contact with online tools, “if there are those who present a simple oral presentation of an assignment using a web hosted presentation, most of them still use a A4 printed sheet, sometimes even, handwritten…

Their limitations don’t stop here: “Regarding (online media) consumption, they as matter of fact, consume few news under any format or platform, and they  aren’t that savvy about the tools that the web has to offer to create and disseminate contents (many don’t know how to create a blog, don’t know about newsreaders or how to make a podcast), going against the general expectations for this generation.

The poll questions are in portuguese only and you can participate until the September 6th. As soon as Paula Cordeiro has the results, she will publish them on her blog. And we will be looking forward to see them.

Até que ponto varia a relação de cada geração com os media online? Serão os mais jovens maiores consumidores de notícias digitais,ou estão a ser ultrapassados pelos seus pais?

Paula Cordeiro, autora do blog NetFM, está a fazer uma sondagem sobre como cada geração interage com os media online. Os resultados serão apresentados na conferência “Media+Generations”, a decorrer nos próximos dias 11 e 12 de Setembro, em Milão.

Perguntei à Paula qual era percepção que tinha desta realidade, mesmo ainda antes de ter os resultados da sondagem: “Muito clara e corresponde à maior parte das notícias que circulam: jovens com grande consumo, mais velhos com menor consumo, embora a crescer. Adolescentes nas redes sociais, jovens adultos nas redes sociais com intuitos profissionais ou match making, no twitter pela actualização e porque é hype. Adolescentes não consomem notícias na forma tradicional, jovens adultos consomem mais notícias através dos media online. Mais velhos usam essencialmente e-mail e Internet para pesquisas.

Mas esta tendência não é, nas palavras de Paula, “uma realidade absoluta. Na sua experiência como professora, há estudantes com diferentes graus de contacto com as ferramentas online, “Se há os que preparam uma mera apresentação oral de um projecto de trabalho usando uma apresentação alojada na web, a maioria continua a apresentar uma folha A4 impressa, algumas vezes mesmo, escrita à mão…

Mas as suas limitações não se ficam por aqui: “Relativamente ao consumo, de facto consomem poucas notícias sob que forma ou plataforma for e não assim tão conhecedores das ferramentas que a rede coloca ao nosso dispor para criação e divulgação de conteúdos (muitos não sabem criar um blog, não conhecem newsreaders ou sabem fazer um podcast), contrariamente aquilo que são as pexpectativas gerais para esta geração.”

Podem responder a esta sondagem até dia 6 de Setembro. Assim que a Paula Cordeiro tiver resultados, eles serão publicados no seu blog. E nós estaremos atentos.

Answer Poll | Participem na Sondagem


Journo Social Networks | Redes Sociais para Jornalistas

One of the fundamental abilities that journalists must have is to network, and this was already important even before “social networking” became geek talk. And if a local bar was the place where journos could rub shoulders and socialize, now they can engage in discussions about journalism just by signing up with journo’s social networks, with a worldwide scope.

Emily Sweeney shared a list with some of those networks, but i’d like to highlight a few. Heading Sweeney’s list is WiredJournalists, a Ryan Sholin’s endeavor that has been around for some time now. Recently it has been acquired by Publish2, another project lead by Sholin and has changed some of it’s rules and features, making it 100% journalist oriented. I am one of the early members and i can tell you it has been a great experience, it’s a common ground for learning, asking and sharing stuff about journalism with other pros, J-teachers and students.

And if you’re a student i’d reccomend two other projects to get involved with: #CollegeJourn, an ongoing web conversation  that intends “to provide a meaningful and resourceful forum of conversation for college journalists.” Last debate resulted in a reporting assignement open to Journalism students, and with the support of the HelpMeInvestigate platform. You can have the details here.

Another network for journalism students is GlobalStudentJournalists.net, a project developed by Anna Rodrigues at Durham College in Oshawa, Canada. Rodrigues, who’s a Professor at Durham, describes the project as “a social media network where student journalists from around the world can connect. The network allows students from any journalism program in the world to become a member and upload their work – video, audio, images etc – to the site for other students to see and comment on.” I believe it needs some improving but it’s a good idea.

In Portugal i’d recommend Jornalist.as, still in beta, but that aims to aggregate journalism related contents by and for portuguese speaking journalists.

Do you know other social networks specifically for Journalists? Share them with us.

Uma das características fundamentais que um jornalista deve ter é de se saber relacionar, e isto já era importante antes do conceito de rede social ser um termo geek. E se o bar da terra era o sítio onde os jornalistas se encontravam e socializavam entre si, agora podem participar em discussões sobre jornalismo, inscrevendo-se em redes sociais para jornalistas, com abrangência global.

Emily Sweeney partilhou uma lista com algumas dessas redes, mas gostava de destacar algumas. No topo da lista de Sweeney está a WiredJournalists, uma iniciativa de Ryan Sholin que já existe há já algum tempo. Recentemente a rede foi adquirida pela Publish2, outro projecto liderado por Sholin, alterando algumas das suas regras para que seja orientada 100% para jornalistas. Sou um dos membros mais antigos e posso vos dizer que tem sido uma óptima experiência, é um espaço para aprender, perguntar e partilhar coisas sobre jornalismo com outros profissionais, professores e estudantes de Jornalismo.

E se forem estudantes gostava de recomendar outros dois projectos: #CollegeJourn, uma discussão em tempo real que pretende “fornecer um espaço de conversação rico e significativo para estudantes universitários.” O último debate gerou uma proposta de reportagem aberta a estudantes de Jornalismo e com o apoio da plataforma HelpMeInvestigate. Podem ler os detalhes aqui.

Outra rede para estudantes de Jornalismo é a GlobalStudentJournalists.net,um projecto desenvolvido por Anna Rodrigues no Durham College em Oshawa, Canada. Rodrigues é professora em Durham, e descreve o projecto como “uma rede social de media onde estudantes de jornalismo do mundo inteiro se podem ligar. A rede permite aos estudantes de qualquer curso de Jornalismo no mundo fazerem-se membros e mostrarem o seu trabalho aos outros estudantes  – em video, audio, imagens, etc- no site , para que o vejam  e comentem.” Acho que ainda precisa de algumas melhorias mas é uma boa ideia.

Em Portugal recomendaria o Jornalist.as,ainda em beta, mas que procura agregar conteúdos relacionos com jornalismo por e para jornalistas de língua portuguesa.

Conhecem outras redes sociais para jornalistas? Partilhem-nas connosco.