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(The Future of) Journalism in Portugal conference | (O Futuro do) Jornalismo em Portugal

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Video: Comunicamos

If you are in the vicinity of Carregal do Sal and if you would like to join the debate around Journalism in Portugal, then you should attend the conference organized by the Rascunhos school newspaper. A high school newspaper!

The organizers, as you can see in the video above, are young, but eager to discuss journalism and present their project. Ricardo Sousa, the smart fellow on the left, invited me a few weeks ago to participate, but i had to decline, and now i feel sorry for it because it looks like it’s going to be good.

I was impressed with Ricardo then, when we exchanged emails, but after watching the video i am even more. This guy is going places. I don’t know his partner in the event, Romina Santos, but i know that their team effort will be fruitful, and i can’t express how much i admire them for doing this.

They’ll be having from young journalists to journalism teachers, to experienced reporters and newspaper board members. And they’ll take the chance to present the brand new edition of their school newspaper.

It looks like it’s going to be a lot of fun, and i will have to watch the video stream to compensate the fact i won’t be there. But i feel good knowing that there are kids willing to do stuff, and get into the debate. The future looks brighter this way.

Se estiverem por perto de Carregal do Sal e quiserem entrar num debate sobre o Jornalismo em Portugal, então devem ir à conferência organizada pelo jornal Rascunhos. Um jornal de uma escola secundária!

Os organizadores, como podem ver no video acima, são novos mas impacientes por discutir o Jornalismo e apresentar o seu projecto. Ricardo Sousa, o rapaz inteligente do lado esquerdo, convidou-me há umas semanas para o painel, mas tive que recusar, e agora lamento não poder ir, porque parece-me que vai ser bom.

Fiquei impressionado com o Ricardo na altura, enquanto trocávamos emails, mas depois de ver o video fiquei ainda mais. Este miúdo vai chegar longe. Não conheço a colega dele, a Romina Santos, mas tenho a certeza que o seu trabalho de equipa irá dar resultados, e não consigo expressar o quanto  os admiro por fazerem isto.

Eles vão receber desde jovens jornalistas a professores de jornalismo, de repórteres experientes a directores adjuntos de jornais. E vão aproveitar a oportunidade para apresentar o seu jornal de escola, novinho em folha.

Soa-me que vai ser divertido, e vou ter que seguir pelo stream de video para compensar a minha falta de comparência. Mas sinto-me bem sabendo que há miúdos com vontade de fazer coisas, e entrarem na discussão. O futuro parece mais brilhante assim.

JORNALISMO EM PORTUGAL- Debate e apresentação jornal Rascunhos, 11 de Setembro 2009

Programa do Dia:

14h00min – Abertura Solene da Cerimónia

  • Intervenção do Presidente da Câmara Municipal de Carregal do Sal, Atílio dos Santos Nunes
  • Intervenção do Director do Rascunhos e Director da ESCSAL, Prof. Hermínio Marques
  • Intervenção da Co-Editora Principal do Rascunhos, Romina Santos

14h20min – Ínicio da Sessão de Palestras

  • “Um Jornal Escolar no Século XXI. Como? – Apresentação do Jornal”, Ricardo Sousa15 minutos
  • “Como se faz um bom Jornal?”, João Simão30 minutos
  • “Comunicação Oral Começa nas Escolas”, Carla Marques30 minutos
  • “Ética no Jornalismo”, Daniel Ricardo20 minutos

16h00min – Ínicio do Debate “Jornalismo em Portugal”

  • Paulo Querido, via Skype, Jornalista Freelance Multimédia
  • Vanessa Quitério, no local, Estudante de Jornalismo / Estagiária
  • Paulo Ferreira, no local, Jornalista, Editor Adjunto do Jornal Público
  • Bruno Faria, no local, Jornalista, Repórter para o “Jornal i”
  • Daniel Ricardo, no local, Jornalista, Editor Executivo da Visão
  • João Simão, no local, Professor de Jornalismo, Editor da UTADtv
  • Ainda em aberto a possibilidade de participação do Director do Diário de Notícias
  • moderam Ricardo Sousa e Rita Ferreira, Jornal Rascunhos.

18h15min – Final Oficial do Debate. Nota de Encerramento

    Agradece a Presença e Fecha a Sessão:

  • Ricardo Sousa, Co-Editor Principal Jornal Rascunhos

Internet Manifesto | Manifesto Internet

Hey Media, what’s that sound? Every knows what’s going down…but you.

This is the feeling i get reading this Internet Manifesto, created by 15 journalists and bloggers as a reaction to the Hamburg Declaration, in which major publishers “advocate strongly urgent improvements in the protection of intellectual property on the Internet”, and “disagree with those who maintain that freedom of information is only established when everything is available at no cost”. Yes, if you want it to be free you can’t have it for free. And public domain facts go under a copyright license (i just delight on wondering the variety of consequences this might bring about). Besides, they would never take profit from free content, created by others, and never without compensating them (or giving them credit).

Though this might seem a specific discussion it is an important one, and this Manifesto comes not only as an answer to a different view on the Internet, but also as a guide to understand the basic principles of it, that media moguls have been failing to grasp for so long. And like playground bullies, they’re trying to change the rules of the game, just because they’re losing.

Mr.Media Mogul, read below the first point of the Manifesto and then go here to read  the rest. And the rest of you, what do you make of it?

(Referrals stolen mercilessly from the great Remixtures blog)

Ei Media, o que se passa? Toda a gente sabe…menos vocês.

Esta é a sensação que tenho ao ler este Manifesto Internet (trazido para o Português pelo Pedro Teichgräber e Paulo Querido) criado por 15 jornalistas e bloggers como reacção à Declaração de Hamburgo, na qual os grades editores defendem “vigorosamente melhorias urgentes na protecção da propriedade intelectual na Internet”, e discordam “com aqueles que defendem que a liberdade de informaçãosó é conseguida quando tudo está disponível gratuitamente”. Sim,se querem que seja livre não pode ser grátis. E factos de domínio público ficam debaixo de direitos de autor (delicio-me a imaginar a variedade de consequências que isto podia trazer). Além disso, eles nunca lucraram com conteúdo livre criado por outros e sem lhes pagar (ou lhes dar o devido crédito).

Apesar desta discussão parecer um pouco específica, é muito importante, e este Manifesto vem não só como resposta a uma perspectiva diferente sobre a Internet, mas também coo um guia para compreender os seus princípios básicos, que os barões dos média não têm conseguido compreender. E como rufias de recreio, querem mudar as regras do jogo  apenas porque estão a perder.

Sr.Barão dos Media, leia o primeiro ponto abaixo deste Manifesto e veja o resto aqui. E vocês, o que pensam disto?

(Referências roubadas sem dó ao grande blog Remixtures)

Internet Manifesto (ler versão portuguesa)

1. The Internet is different.

It produces different public spheres, different terms of trade and different cultural skills. The media must adapt their work methods to today’s technological reality instead of ignoring or challenging it.  It is their duty to develop the best possible form of journalism based on the available technology. This includes new journalistic products and methods.

vocês, o que pensam disto?

(Referências roubadas sem dó ao grande blog

Portugal: Newspapers sales drop | Vendas de Jornais descem

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sources | fontes: APCT, Jornal de Negócios

Latest circulation data made available for portuguese newspapers reflect the global trend of declining sales. Finance editions increase number of copies though. Is it the crisis?

The Portuguese Circulation Control Association (APCT) revealed this week the circulation numbers regarding the first six months of the current year. Comparing to the same period last year, the picture is quite grim: most newspapers have decreased their sales, apart from the specialized financial editions that had a rise in demand. The overall drop in the portuguese market reaches the 7,6%.

The most notorious decrease in sales belongs to Diário de Notícias, that “stopped investing in promotional marketing last March, in a cost reduction strategy to face  the difficult economical moment  worldwide press is going through“.

Comparing the January/June window of ’08 with 2009’s, there were sold, in average, less  26 174 newspaper copies, daily.

Os últimos dados das tiragens de jornais portugueses  reflectem a tendência global de quebra nas vendas. As edições financeiras, no entanto, subiram o número de  exemplares. Será da crise?

A Associção Portuguesa de Controle de Tiragem (APCT) revelou esta semana os números referentes aos primeiros seis meses deste ano. Comparando com o mesmo período do ano passado, o quadro é bastante negro: a maioria dos jornais diminuiu as suas vendas, com excepção das publicações financeiras, que tiveram um aumento na procura. A quebra global do mercado português atinge os 7,6%.

A descida mais notória é a do Diário de Notícias, que “em Março deixou de investir em marketing promocional numa estratégia de redução de custos face ao difícil momento económico que está a afectar a imprensa a nível mundial“.

Relativamente ao período de Janeiro/Junho de 2008, em 2009 venderam-se, em média, menos 26 174 jornais por dia.